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Alimentos para evitar a prisão de ventre

O prisão de ventre é muito comum nas pessoas, é algo casual ouvir as pessoas dizer que está estreñida. Calcula-Se que apenas no México entre 15 e 25% das pessoas que o sofrem, o canhão está a verdade?


Mas atenção, este problema afeta mais as mulheres, crianças e pessoas da terceira idade, o que impacta totalmente na vida diária, já que costuma ser frustrante. Imaginem duas semanas sem evacuar! Mas não é só o desespero que se sente, também causa problemas graves, como uma impactación fecal, úlceras, prolapso retal, fissura anal e/ou doença hemorroidal, assim que você sabe que não deveria ser algo tão casual.


Este problema pode ser percebido de diferentes formas, ou seja, implica evacuações infreqüentes (menos de três vezes por semana) e muito esforço. A prisão de ventre pode ser aguda ou crônica (quando dura mais de três meses). Também se divide em direito, o qual se dá por doenças como hipotireoidismo e diabetes, mas pode ser por alguns medicamentos. A prisão de ventre conhecido como funcional é aquele que não se sabe o porquê, pode ser a causa da lentidão do intestino grosso ou por falta de coordenação entre o reto e o esfíncter anal.


Não o deixe passar, faça algo pela sua saúde!


MAS, seja qual for a causa, e a classificação é muito importante ter orientação dietética e nutricional. Por isso, o Dr. Eduardo de Lacerda Abreu especialista em Medicina Interna, Gastroenterologia e Motilidade, nos dá algumas recomendações:


1. Tem uma dieta balanceada: Inclui todos os grupos alimentares, principalmente fibras, contribui para uma saudável microbiota (flora intestinal) e favorece o processo de defecação. Se tu és dos que não toleram a fibra, porque te causa distensão abdominal e dor não se agüites, a dieta deve ser individualizada. Os alimentos com alto teor de fibra são:



  • Cereais: linhaça, cevada, trigo, aveia, centeio, painço, milho, quinoa, amaranto, sorgo, arroz.

  • Frutas (de preferência com casca): maçã, pêssego, coco, mamão, abacate (sim, é uma fruta!), mirtilo, goiaba, pêra, ameixa e ameixa passa, laranja, morango, figo e banana (óbvio, este sim, sem casca.

  • Verduras: alcachofra, alface, acelga, espinafre, aspargos, brócolis, abóbora, cenoura e batata com casca.

  • Leguminosas: feijão, feijão, ervilhas, feijões e grão-de-bico.

  • Nozes e sementes: girassol, amêndoas, nozes e pistaches.

2. Diga não aos jejuns prolongados e respeite seus horários de alimentação: muito bom dentro da primeira hora depois que você acorda. Não deixe passar mais de 5 horas sem ingerir alimento. Uma boa recomendação é seguir a dieta na quinta edição, a qual consiste em tomar três alimentos principais e dois lanches, com o fim de regular os reflexos intestinais, ativar o sistema gastrointestinal e assim poder evacuar.


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3. Hidrátate: sugere-Se beber cerca de dois litros de água, ajustando-se às condições de exercício e desidratação como a que pode acompanhar o uso de laxantes.


4. Actívate. Dê ao exercício aeróbico três vezes por semana, por 30 minutos. Isso melhora a circulação e a motilidade intestinal.


5. Deixa o charuto: muitas pessoas não ajuda a ir ao banheiro, mas lembre-se que tem graves riscos para a saúde.


6. Faça-o caso aos seus sentimentos: Não se aguantes o desejo de evacuar com a idéia de que “é melhor e mais limpo a minha casa”, ou “me dá pena no trabalho ou em outra casa,” porque tudo o que você faz é prejudicar o seu intestino, fazendo com que se torne mais lento ou preguiçoso.


Por Eduardo Lacerda, Gastroenterologista, especialista no tratamento da Doença Celíaca.


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